Categoria: Brasil

  • Flávio Bolsonaro afirma que Michelle será candidata ao Senado.

    Flávio Bolsonaro afirma que Michelle será candidata ao Senado.

    O senador e pré-candidato ao Palácio do Planalto Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou nesta quinta-feira (12.fev.2026) que Michelle Bolsonaro deverá concorrer ao Senado pelo Distrito Federal. Segundo ele, seu irmão mais novo, Renan Bolsonaro, pretende disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados por Santa Catarina.

    A afirmação foi feita durante entrevista ao programa Pânico Jovem Pan, quando Flávio indicou que integrantes do núcleo familiar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) devem participar do pleito deste ano. A única exceção, segundo ele, seria Eduardo Bolsonaro, que se encontra nos Estados Unidos.

    “Vai todo mundo ser pré-candidato a alguma coisa, então o Carlos [Bolsonaro] é pré-candidato a senador lá em Santa Catarina, o Renan [Bolsonaro] é pré-candidato a deputado federal também em Santa Catarina […]. A Michelle [Bolsonaro], ao que tudo indica, também é pré-candidata a senadora no Distrito Federal, então acho que vai ficar mais ou menos cada um me ajudando dentro da sua”, declarou o senador.

    Até o momento, nem Michelle nem Renan confirmaram publicamente eventual candidatura. O filho mais novo do ex-presidente exerce atualmente o cargo de vereador em Balneário Camboriú, município localizado em Santa Catarina

  • Lula empaca e Brasil se divide:desaprovação segue maiorque aprovação, aponta Quaest.

    Lula empaca e Brasil se divide:desaprovação segue maiorque aprovação, aponta Quaest.

    A nova pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), reforça um cenário de forte divisão no país e pouca mudança na percepção popular sobre o governo Lula (PT). Segundo o levantamento, 49% dos brasileiros desaprovam a gestão, enquanto 45% aprovam.

    Mesmo com a diferença dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais, os números mostram que o presidente segue enfrentando resistência significativa. Em relação ao levantamento de janeiro, a desaprovação permaneceu no mesmo patamar, enquanto a aprovação caiu dois pontos.

    Os dados mostram que a percepção do eleitorado continua praticamente congelada, com variações pequenas e dentro da margem de erro, mantendo o país em clima de polarização.

    A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 9 de fevereiro, com 95% de nível de confiança, e está registrada no TSE sob o número BR-00249/2026.

  • FPM: Repasse do 3º decêndio injeta R$7,3 bilhões nas prefeituras

    FPM: Repasse do 3º decêndio injeta R$7,3 bilhões nas prefeituras

    Nesta sexta-feira (30), os municípios brasileiros serão contemplados com o repasse do terceiro decêndio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que soma R$ 7,3 bilhões, já considerados os descontos obrigatórios destinados ao Fundeb. O recurso é estratégico para a sustentação de políticas públicas essenciais, sobretudo diante dos desafios fiscais e das mudanças no perfil demográfico do país.

    Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), a partir de informações do Tesouro Nacional, aponta que 550 cidades ainda são beneficiadas pelo redutor de quotas estabelecido pela Lei Complementar nº 198/2023. O dispositivo busca promover equilíbrio federativo ao evitar perdas bruscas de receita em localidades que registraram queda populacional, assegurando a continuidade dos serviços voltados à população em situação de maior vulnerabilidade.

  • Mudanças no sistema político e nas regras trabalhistas chegam ao Senado

    Mudanças no sistema político e nas regras trabalhistas chegam ao Senado

    O Congresso Nacional inicia o ano legislativo no próximo 2 de fevereiro, e o Senado Federal já se prepara para uma pauta marcada por propostas de alto impacto social e político. Entre os temas prontos para votação está a PEC que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 36 horas, garantindo dois dias de descanso remunerado e substituindo a escala 6×1 pela 5×2.

    Além das mudanças nas regras trabalhistas, os senadores devem avançar em propostas que mexem diretamente com o sistema político-eleitoral. Entre elas estão a PEC que acaba com a reeleição no Executivo, amplia para cinco anos a duração dos mandatos e prevê a unificação das eleições a partir de 2034. Também está no radar a proposta que garante maior presença feminina nas Mesas Diretoras do Congresso, de forma proporcional ao tamanho das bancadas.

    As matérias são Propostas de Emenda à Constituição, o que exige quórum qualificado para aprovação: três quintos dos votos, em dois turnos, tanto no Senado quanto na Câmara. No caso da redução da jornada, a proposta prevê uma transição de quatro anos, sem redução salarial, mantendo o limite diário de oito horas.

    Outras PECs que aguardam definição de pauta tratam de temas como transparência nas eleições internas do Congresso, imprescritibilidade do crime de tráfico de pessoas, gratuidade do transporte no dia da votação, segurança alimentar como direito fundamental e mudanças nas regras para militares da ativa disputarem cargos eletivos. A expectativa é de que o Senado concentre esforços nessas matérias nas próximas semanas, intensificando o debate político no início do ano legislativo.