A disputa pela formação da chapa governista para 2026 começa a ganhar contornos cada vez mais definidos nos bastidores da política pernambucana. Enquanto o Senado segue sendo alvo de uma intensa queda de braço entre aliados, um nome parece ter saído da zona de dúvidas: Priscila Krause.
Nos corredores do poder, a avaliação é de que a governadora Raquel Lyra não pretende abrir mão da atual vice na tentativa de buscar a reeleição. A relação de confiança construída durante a gestão e o protagonismo de Priscila dentro do governo fortaleceram sua posição, tornando praticamente consenso entre aliados sua permanência na chapa.
Com a vaga de vice considerada praticamente consolidada, o foco das negociações migrou para o Senado. É nesse espaço que se trava a verdadeira batalha política, envolvendo lideranças como Eduardo da Fonte e Miguel Coelho, além da pressão de partidos que querem garantir espaço na composição majoritária.
A montagem da chapa exige uma delicada engenharia política, equilibrando interesses regionais, partidários e nacionais. Cada movimento pode alterar o tabuleiro e redefinir alianças para a eleição de 2026.
Se a vice parece cada vez menos uma incógnita, o Senado virou o principal campo de disputa do grupo governista. Até a definição final da chapa, as articulações prometem intensificar a pressão nos bastidores e colocar à prova a capacidade de negociação da base aliada.










